Evite perguntas como “por que você não saiu?”, “por que não contou antes?” ou “tem certeza?”. Elas podem soar como julgamento, mesmo quando essa não é a intenção.

Evite também confrontar a outra parte por conta própria, divulgar a história ou pressionar por denúncia.

Prefira perguntar o que a pessoa precisa e oferecer opções. Em situações de risco imediato ou envolvendo crianças e adolescentes, procure orientação nos canais oficiais.